IPO do Nubank sai no topo da faixa e banco é avaliado em US$ 41,5 bi

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No IPO mais aguardado do ano, o Nubank fixou o preço de US$ 9 por ação na oferta pública que fará na bolsa de Nova York (Nyse) — a estreia está marcada para esta quinta-feira (9). A informação foi noticiada pelo Pipeline, site de negócios do Valor Econômico.

Com o valor, o banco digital consegue atingir o topo da faixa indicativa que havia sinalizado na semana passada, quando informou ao mercado a redução em 20% do intervalo, para uma faixa entre US$ 8 e US$ 9.

Na oferta, o Nubank levantou cerca de US$ 2,6 bilhões, dinheiro que será usado a maior parte (três quartos) para capital de giro, despesas operacionais e de capital, conforme o prospecto. O restante será voltado para investimentos e aquisições potenciais (negócios, produtos, serviços e tecnologias).

Apesar das expectativas sobre as fintechs jogando contra mundo afora, o Nubank estreia na bolsa norte-americana avaliado em US$ 41,5 bilhões, tornando-se o banco com maior valor de mercado no país, à frente dos dois maiores bancos privados — Itaú Unibanco (US$ 37,7 bilhões, ao câmbio de hoje) e Bradesco (US$ 33,3 bilhões).

Durante a tarde desta quarta-feira, circularam informações nas mesas de negociações e gestores em NY de que a oferta teria tido uma demanda três vezes maior, ou seja, algo como US$ 8 bilhões, segundo reportagem do Broadcast, serviço em tempo real do Estadão.

A estreia da instituição será nesta quinta-feira, com dupla listagem — na Nyse e na B3, por meio de BDRs. Na bolsa norte-americana, o código de negociação será “NU” — por aqui, será “NUBR33”.

Nos EUA, a oferta foi coordenada por Morgan Stanley, Goldman Sachs e Citi. No Brasil, a operação terá coordenação de Nu Invest (líder), ao lado de HSBC, UBSBB e Safra, além das instituições que coordenam a oferta lá fora.

Contexto

A abertura de capital do neobank fundado por David Vélez, Cristina Junqueira e Edward Wible marca um momento importante para o ecossistema de fintechs e, mais do que isso, para as startups brasileiras. Servirá, de certa forma, como um termômetro para outras fintechs que estão com o IPO engatilhado, e estão nessa lista nomes como Creditas, Ebanx e Dock, por exemplo — todas sem prazo definido.

Do lado da fintech, que se popularizou por seu cartão de crédito roxinho, há o desafio de monetização ainda maior da base — 48 milhões de clientes. A estratégia de ‘rebundling’, agregando novos produtos e serviços, tem sido a tônica da instituição nos últimos anos, e com maior força nos meses recentes.

Para ficar em alguns exemplos, o Nubank fez parceria com a Creditas para incluir o crédito com garantia dentro do app e, de quebra, ainda poderá ser acionista minoritário do negócio criado por Sergio Furio. Outro caso de acordo recente foi com a Remessa Online para a oferta de remessas internacionais dentro do aplicativo do Nubank.

Recentemente, o banco digital também entrou na onda de oferecer serviços não financeiros em seu aplicativo, com a criação da vertical de shopping, deixando claro que a busca por novas linhas de receita pelas fintechs passa por oferta não financeira, uma tendência iniciada há alguns anos pelo seu principal concorrente no mercado brasileiro, o mineiro Inter, e agora seguido por diversos bancos digitais.

Enquanto busca rentabilizar mais a base, o Nubank ainda opera no vermelho na última linha do balanço. Encerrou setembro com prejuízo de US$ 99,1 milhões, mas apontou no prospecto do IPO que aumentou a base de clientes e a receita a “altas taxas de crescimento anual”. Em três anos, por exemplo, a base cresceu aproximadamente 9x, saindo de 5,2 milhões em set/2018 para 48,1 milhões em set/21.

Ir às compras também tem sido um caminho adotado pela fintech. O último deal anunciado foi a compra da assistente financeira virtual Olivia por valor não revelado, numa clara sinalização de que o banco digital quer aproveitar os benefícios do Open Finance. E, claro, não irá construir infraestrutura dentro de casa, visto que a Olivia tem uma plataforma já montada.

Antes da Olivia, o Nubank trouxe para dentro de casa a Easynvest, agora chamada Nu Invest, numa grande aposta no mercado de investimentos. Ainda este ano, o banco digital comprou a Spin Pay, de soluções de pagamento para o e-commerce, e a plataforma de atendimento Juntos Global. Em 2020, adquiriu as plataformas Cognitect e Plataformatec, como uma estratégia principalmente para reforçar seus times de tecnologia.

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Redação: Conteúdos produzidos pela equipe de jornalistas do Finsiders,
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