Com R$ 100 milhões para investir, Stoque prepara aquisições

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A aceleração na demanda por digitalização de processos na indústria financeira tem sido um combustível importante para o crescimento da Stoque, que desenvolve soluções de automação digital para processos e documentos.

Com quase 20 anos de história e mais de 230 clientes na carteira – incluindo algumas das maiores instituições financeiras, todos de nomes não revelados –, a empresa mineira faturou R$ 78 milhões em 2021 e prevê mais do que triplicar o resultado até 2025, para algo como R$ 250 milhões.

Para acelerar o crescimento, a Stoque prevê investir mais de R$ 100 milhões nos próximos anos, orçamento que será destinado para desenvolvimento de novas soluções e novos produtos, mas também leva em consideração algumas aquisições estratégicas.

“Estamos otimistas não só para desenvolver novas soluções e produtos, como também estamos com apetite para aquisições”, diz Thiago de Assis, CEO da Stoque, em entrevista ao Finsiders.

Thiago assumiu o comando da companhia em 2019, quando o Kinase Investments, um search fund liderado por ele próprio, comprou o controle da Stoque por R$ 70 milhões.

O otimismo se justifica pelos resultados do ano anterior. Segundo Thiago, houve um crescimento de ‘share of wallet’ dentro da base atual de clientes, mas a empresa também atraiu novos players, como fintechs, especialmente para jornadas de digitalização da experiência de seus clientes, por exemplo, no onboarding. “E entre bancos tradicionais, houve um crescimento da carteira ligado à [solução de] formalização de crédito consignado e imobiliário”, conta o executivo.

Crescimento orgânico e inorgânico

A estratégia de expansão neste ano passa por um movimento inorgânico, com novas aquisições. Neste momento, a Stoque está avaliando algumas transações e espera anunciar pelo menos uma operação no primeiro semestre. “Mas somos muito disciplinados na alocação de capital. Não temos uma meta de M&A. Nosso compromisso é realizar aquisições que façam sentido do ponto de vista estratégico”, afirma Thiago.

Nessa frente, estão na mira, principalmente, empresas de tecnologia com soluções ligadas à automação digital, assim como provedoras de serviços de alto valor agregado para instituições financeiras. “São empresas de serviços que ainda não se digitalizaram, tanto em jornadas de onboarding, quanto em serviços de formalização de operações de crédito.”

Dentro de casa, a Stoque já lançou este ano uma plataforma digital de formalização de crédito, que cuida desde a solicitação do crédito até a liberação do recurso na conta do tomador. E colocou no ar também uma plataforma de onboarding.

“Também queremos nos posicionar em novos segmentos, por exemplo, atraindo players em seguros e câmbio, e players fora do setor que têm produtos financeiros”, diz. “Estamos bastante animados com o crescimento orgânico, que é naturalmente mais barato.”

Um dos maiores desafios para as fintechs, diz Thiago, é como garantir que a operação escale na mesma velocidade com que a base de clientes cresce. “Temos um cliente, em que a ambição é aumentar a base em 20x num período de 18 meses, e precisa garantir uma experiência fluída, eficiente e conectada aos usuários”, exemplifica.

Nos últimos anos, a Stoque vem investindo em novas tecnologias com foco em hiperautomação, como inteligência artificial e cognitiva, Processamento de Linguagem Natural (NLP), tecnologia OCR, reconhecimento visual, entre outras. O objetivo é se posicionar como uma empresa de automação digital ‘full service’, tendo como principal mercado-alvo o setor financeiro.

Contexto e mercado

A companhia foi criada em 2003 em BH por cinco sócios, entre eles, Murilo Taranto (ex-Xerox e Itaú) – com a venda para o fundo Kinase, apenas Murilo permaneceu como sócio-diretor, mas já deixou a companhia.

Nos últimos anos, a Stoque vem reforçando o quadro de executivos. Uma das contratações recentes foi Roberto Carrasco, ex-IBM, conforme noticiou o Finsiders em novembro.

A empresa também acaba de inaugurar um novo escritório na capital mineira, em uma obra iniciada em 2020 e que custou cerca de R$ 3 milhões. A nova sede ocupa os últimos andares do edifício Banlavoura, onde funcionava o teatro Casanova –, fechado há mais de dez anos –, no centro de BH.

Em um mercado extremamente competitivo, a Stoque não está sozinha, por óbvio. De um lado, por exemplo, estão empresas de tecnologia que fornecem soluções de automação, como tecnologias de captura de documentos, onboarding, reconhecimento facial, além de plataformas de workflow.

Em outra frente, a empresa também concorre com negócios no segmento de BPO (sigla em inglês para terceirização de processos de negócios). “Nós temos tecnologias proprietárias e integramos tecnologias de alguns players. O banco ou vai gerenciar de 10 a 15 tecnologias diferentes de automação, e vai ter de integrar tudo isso, ou vai ter de terceirizar para um BPO. Ofereço um só ponto de contato.”

Se depender do volume aplicado anualmente em tecnologia pelas empresas do setor financeiro, não vai faltar demanda, nem para a Stoque, tampouco para seus competidores.

“O mercado está claramente comprador, e há uma confiança e maturidade, com demanda tanto de startups quanto de empresas mais consolidadas”, avalia Thiago.

Em 2021, por exemplo, os bancos reservaram um orçamento de R$ 25,7 bilhões para a área de tecnologia – a maior fatia (65,4%) para despesas, e o restante para investimentos, conforme pesquisa da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) em parceria com a Deloitte.

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Danylo Martins é jornalista com dez anos de cobertura de finanças, empreendedorismo e inovação no setor financeiro. Com MBA em mercado de capitais, é vencedor de quatro prêmios de jornalismo econômico e colabora com o jornal Valor Econômico há oito anos. Teve passagens por Folha de S.Paulo e revista Você S/A.

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