Número de clientes de bancos digitais pode triplicar no mundo

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Ok, você já sabe que os bancos digitais são uma tendência global. O maior deles, inclusive, abre capital na Nyse, mesmo com certo mau humor recente do mercado mundial em relação às fintechs.

Em um setor altamente concentrado em grandes bancos, os neobanks tendem a continuar avançando. Uma nova pesquisa, conduzida pela Accenture em parceria com o banco digital alemão N26, aponta que há um potencial de 1,4 bilhão de clientes em 28 mercados para os bancos digitais.

Conforme o estudo, divulgado nesta semana, globalmente 23% dos clientes de bancos e seguros já têm contas em um banco digital. Em outras palavras, estamos falando de algo como 450 milhões de clientes. A projeção é que esse número alcance quase 70% mundo afora, triplicando o tamanho do mercado atual, portanto.

Além disso, estima-se que praticamente metade (46%) da população mundial total com recursos bancários consiste em pessoas que não têm contas bancárias exclusivamente digitais, mas estariam motivadas a abrir uma para ter acesso a funcionalidades e soluções bancárias digitais. Outros 31%, porém, não estariam abertos a serviços bancários exclusivamente digitais.

De acordo com o estudo, os três principais países com maior participação de clientes com contas digitais são: Arábia Saudita (54%), Emirados Árabes Unidos (51%) e Brasil (44%). Os países que demonstraram o crescimento mais rápido na adoção do modelo nos últimos dois anos foram Suíça (82%), Brasil (73%) e Austrália (58%).

A Europa fica para trás neste quesito: França (20%), Espanha (15%), Bélgica (13%), Alemanha (10%) e Holanda (8%). No entanto, esses países também viram um grande aumento na população de bancos digitais entre 2018 e 2020, por exemplo, Suíça (82%), Irlanda (56%), Reino Unido (55%), França (53%), Espanha (44%), Alemanha (35%), Bélgica (30%) e Itália (28%).

A China soma aproximadamente 392 milhões de clientes em 2020, e sua taxa de crescimento é menor do que a de outros mercados líderes, mas por causa da grande população, o país agregou mais clientes do que todos os outros 27 mercados combinados, aponta a pesquisa. Nos EUA, por sua vez, são esperados 148 milhões de clientes bancários exclusivamente digitais.

Em relação à aceitação de bancos digitais pelo consumidor, o Brasil lidera o ranking de confiança, com mais de 78% dos clientes de bancos digitais dizendo que confiam nesses players para seus dados. Em seguida, vêm os EUA (68%) e a Irlanda (68%).

“É claro que construir e ganhar confiança é um fator significativo no futuro de nosso setor, especialmente porque não temos o legado de séculos que os bancos tradicionais possuem. No entanto, a pandemia mostrou que devemos nos concentrar no futuro, não no passado”, afirma Alex Weber, diretor de crescimento da N26, em comunicado.

Ainda de acordo com o estudo, globalmente os homens são a maioria (59%) dos clientes de bancos digitais, contra uma participação feminina de 41%. Até o momento, os consumidores de serviços de bancos digitais são o reflexo da desigualdade e falta de diversidade mundo afora: jovens do sexo masculino, pessoas de alta renda que são entusiastas de tecnologia móvel.

No Brasil, há um equilíbrio maior entre homens (48%) e mulheres (52%) e também entre clientes de baixa e média renda. O auxílio emergencial durante a pandemia, como sabemos, contribuiu para o início de algum relacionamento com instituições financeiras, inclusive bancos digitais. Mas ainda há um longuíssimo percurso para que os serviços bancários estejam disponíveis para as diferentes classes sociais e nos rincões do país.

“Nos últimos anos, vimos grandes avanços na relação dos brasileiros com os bancos. O acesso digital e o relacionamento mais próximo e centrado no usuário permitiu a abertura de milhões de contas digitais. Mas mesmo assim, a relação do brasileiro com dinheiro não melhorou”, aponta Eduardo Prota, CEO da N26 Brasil.

O “2021 Global Digital Banking Index” foi uma análise de pesquisas feitas com mais de 47 mil clientes bancários em 28 mercados.

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Danylo Martins é jornalista com dez anos de cobertura de finanças, empreendedorismo e inovação no setor financeiro. Com MBA em mercado de capitais, é vencedor de quatro prêmios de jornalismo econômico e colabora com o jornal Valor Econômico há oito anos. Teve passagens por Folha de S.Paulo e revista Você S/A.

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