Inflação, juros, países emergentes e impactos nos investimentos | Luciano Tavares

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Apesar de já estarmos no segundo semestre de 2021, ainda há ressaca de alguns assuntos que se iniciaram no começo do ano. A retomada da economia vem ocorrendo concomitantemente à aceleração da inflação em escala global. É possível fazer uma leitura de que essa dinâmica tem sido impulsionada, principalmente, pelo avanço da vacinação – ainda que assíncrona – entre os países.

Nos Estados Unidos, na medida em que a vacinação se estendeu, o isolamento foi sendo flexibilizado, melhorando não só o desempenho da indústria, como também o desempenho do setor de serviços. Por outro lado, a inflação ao consumidor – antes observada estável – despontou a partir de janeiro. Agora em junho, já caminhando para o segundo semestre, as preocupações se intensificaram após o Departamento de Emprego dos Estados Unidos divulgar os dados da inflação ao consumidor.

A inflação se revelou a mais acelerada em um intervalo de 13 anos. O índice de preços ao consumidor subiu 5,4% em comparação ao ano passado, ficando acima da alta de 5% que era prevista. Esse comportamento reflete as pressões sobre o preço das commodities, dos produtos de indústria e da retomada das atividades no setor de serviços.

Em paralelo, ao final de 2020, o Federal Reserve providenciou uma alteração no âmbito da política monetária: esta passaria a perseguir não mais uma meta rígida de inflação de 2% por ano, mas uma inflação média de 2% por ano e por período não especificado – sendo assim, flexível. Essa estrutura ficou conhecida como FAIT (Flexible Average Inflation Targeting) e irrompeu no mercado a interpretação de que os juros permaneceriam baixos.

E o que esse cenário significa para a carteira de investimentos?

O cenário atual traz aos investidores uma preocupação em relação ao futuro. A elevação da inflação nos EUA pode resultar em juros mais altos no país. Aqui no Brasil, o juros diferencial é de -3,25%, uma vez que estamos com a taxa de juros em 4,25% e a inflação a 7,5% nos últimos doze meses. Se a taxa de juros dos Estados Unidos se elevar, poderá ser sedutora para os investidores estrangeiros que desejam retorno sem “correr riscos”. É isso que pode expandir a demanda por sua moeda – aumentando, assim, o preço do dólar.

Os títulos e outros tipos de investimentos dos Estados Unidos passando a entregar maiores retornos, a consequência mais provável é que ocorra o “flight-to-quality”, uma evasão de capitais globais dos ativos mais arriscados – como é o caso das bolsas de valores de países emergentes. Isso porque, ao aumentar os juros norte-americanos, se reduz o diferencial de retorno dos países emergentes os deixando bem menos atraentes.

No entanto, a justificativa para manter a taxa de juros dos Estados Unidos nesse patamar foi que “a elevação de preços é transitória e prevista no caso de toda reabertura da economia”.

Você deve estar se perguntando: e agora, devo me preocupar?

O ideal é ter em mente que há possibilidade de aumento de juros no Brasil e há também possibilidade de quedas na bolsa de valores brasileira. Com isso, os investidores devem manter suas carteiras de investimentos diversificadas, independentemente do nível de risco, e estabelecer uma estratégia que tenha como alvo obter rentabilidade real, ou seja, retorno excedente à inflação.

Faz parte da estratégia de gestoras que possuem consultores com interesses alinhados aos dos investidores, por exemplo, focar em um retorno acima do IPCA, de forma que o investidor tenha um ganho real ao longo do tempo, independentemente de a inflação estar em 1% ou 10%. Para isso, as carteiras são montadas tendo como alvo a diversificação verdadeira — resultante de proporções ideais entre ativos descorrelacionados entre si, contando com investimentos brasileiros, internacionais e mecanismos de proteção.

Graças a esta estratégia de diversificação, os clientes não se preocupam com os movimentos do mercado, uma vez que é possível traçar a jornada ideal para cada um. Se você também conta com uma estrutura como essa, não precisa se preocupar. Entretanto, se você investe por conta própria, é importante observar o movimento do mercado para que isso não impacte seus objetivos de curto, médio e longo prazos.

As opiniões neste espaço refletem a visão dos colunistas, e não a do Finsiders.

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Luciano Tavares é fundador e CEO da Magnetis, gestora digital de investimentos. Administrador de carteiras credenciado pela CVM e planejador financeiro CFP®️, tem mais de 25 anos de experiência no mercado financeiro. Fundou a Nest Investimentos e foi VP da Merrill Lynch no Brasil

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