Open Finance é ‘expectativa com pé na realidade’, diz executivo

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A transformação do setor financeiro está a todo o vapor. Você, como leitor do Finsiders, sabe disso. Esse tema foi discutido no Fintech View, evento online realizado nesta semana, com participação de importantes players do setor. Em comum, os agentes de mercado ressaltaram como o Open Banking e sua evolução, o Open Finance — sem contar o Open Insurance — vai ser um divisor de águas na indústria financeira e de seguros.

Para Thiago Saldanha, CTO da Sinqia — provedora de soluções de tecnologia para o setor financeiro –, o Open Finance é uma “expectativa com pé na realidade”. Com a proximidade das fases 3 e 4 da regulamentação do Banco Central (BC), previstas para agosto e dezembro, respectivamente, ele acredita que a novidade será um viabilizador de novas experiências para os clientes.

“Isso vai fazer a diferença para o usuário. E é responsabilidade nossa, enquanto empresa, passar essa informação de que é seguro, que vai ser positivo. Tudo vai depender de como a gente se posiciona e vende isso para o mercado”, diz.

Um ponto importante neste caso e que deve ser olhado com atenção por parte das instituições é a comunicação delas com os usuários. De acordo com Saldanha, ela precisa ser melhor trabalhada sobretudo no conceito de segurança. “O cliente final vai entender que aquela experiência nova é segura e a inovação começa a ser aceita mais rápido. É um trabalho conjunto. Juntando tudo isso, acredito que tenhamos muitos avanços”.

Renato Terzi, CEO da bmg Corretora de Seguros, também acredita no aculturamento dos usuários como uma forma de tornar o Open Banking mais atrativo. Para ele, mesmo com um mercado financeiro muito concentrado, todos os operadores brasileiros estão comprometidos em motivar o consumidor com as novas mudanças.

“Teremos uma adoção rápida, mas é preciso explicar para as pessoas. A indústria vai atrás fomentar o uso, os entrantes vão fazer uma força, mas o nosso cliente vai adotar as novas funções que podem ser benéficas para ele. Teremos uma grande mudança”, afirmou o executivo.

A empresa — que tem 40% do capital nas mãos da Wiz — corre para encaixar o Open Insurance na agenda. “A Susep já foi ousada trazendo uma figura que é o iniciador de negócios de seguros, que atende tanto a estrutura já existente quanto novas que vão entrar. Para a gente decolar essa indústria, a gente vai ter um impulso muito grande”, declara Terzi.

“A partir do momento que você tem mais transparência para as instituições financeiras, você vai ter acesso a muita informação. É preciso saber o que fazer com esses dados. Você tem que ter um trabalho grande de processamento deles, e tirar aplicações de negócio”, afirmou Thiago Alvarez, fundador e CEO do Guiabolso e conselheiro do Open Banking no Banco Central (BC).

A empresa já trabalha com o compartilhamento de dados e facilitação de avaliação de crédito para imobiliárias, por exemplo. Com mais de 10 milhões de downloads e 6 milhões de usuários conectados, a companhia lançou recentemente sua vertical B2B com o objetivo de preparar as empresas para o Open Banking.

Para Breno Costa, chief customer officer (CCO) da Neurotech, o Open Banking é uma questão que vai virar o mercado de cabeça para baixo. “A gente coloca uma pá de cal na assimetria. É realmente algo muito relevante, pode mudar o jogo de fato para quem tem agilidade e quer trazer isso para sua esteira de produtos.”

Segundo Rogério Melfi, especialista em novas plataformas da TecBan, o grande pilar de todo esse movimento se baseia muito mais na inovação, de trazer novas experiências para o mercado do que o ponto de vista regulatório propriamente dito. “O regulador provocou uma mudança, e outros reguladores se juntam para trazer esse guarda-chuva. O que a gente sente é uma necessidade de evolução do sistema para ele se preparar para as demandas que virão nas próximas décadas.”

Na avaliação de Fabricio Costa, diretor de novos negócios da Stone, o Open Banking tem um desafio interessante no Brasil, que é o de trazer uma igualdade de competição entre as instituições. Segundo ele, atualmente, os dados e o relacionamento das pessoas físicas com os bancos estão concentrados, e a nova função chega para tentar quebrar essa barreira.

“Da mesma maneira que a gente ouve que toda empresa deve ser um negócio de tecnologia, a gente olha para o varejo e vê que ele precisa ser uma empresa de serviços financeiros. Quem entender esse jogo, vai se começar a se mostrar um horizonte de oportunidades”, avaliou o executivo.

Para Wendel Paz, diretor de vendas da CSU, os bancos devem estar preparados para um mundo de novos clientes, destacando o processo disruptivo da área financeira com a abertura dos bancos digitais, seguida da democratização das maquininhas de cartão, discussões sobre Open Banking, Pix e mudanças regulatórias.

“Em 5 anos, o mercado brasileiro terá aproximadamente 20 milhões de novos consumidores. Como prever o novo padrão de consumo desse novo público?”, questiona. Segundo o executivo, toda empresa que tem reputação e deseja estreitar relações com seus clientes pode se tornar uma fintech. “Com isso, você aumenta o relacionamento e passa a vender mais e melhor”.

Na avaliação de Rafael Lavezzo, chief revenue officer (CRO) da Zoop, o que ele chama de “novo mercado financeiro complementar” está dando oportunidade para muita gente prestar o bom serviço para o consumidor final. “No final do dia, o que importante é o NPS, seja no varejo, no B2B, seja no B2B2C”, avalia. O negócio precisa, porém, parar de pé. E isso envolve observar relações importantes, segundo ele: regulação, tecnologia, mercado (que inclui marketing, branding, posicionamento) e efetivamente, ‘go to market’.

Para Anderson Olivares, diretor executivo Latam da Conductor, o jogo mudou demais. Ou seja, o ‘time to market’ está mais curto. “Todo projeto batemos recorde. O desafio é como documentar tudo isso, como deixar transparente e declarar para o cliente como tudo isso está empacotado”, explicou.

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Danylo Martins é jornalista com dez anos de cobertura de finanças, empreendedorismo e inovação no setor financeiro. Com MBA em mercado de capitais, é vencedor de quatro prêmios de jornalismo econômico e colabora com o jornal Valor Econômico há oito anos. Teve passagens por Folha de S.Paulo e revista Você S/A.

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Giovanni Porfírio é jornalista com cinco anos de carreira, foi editor web no Startupi antes de chegar ao Finsiders. Formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e pós-graduando em Produção e Práticas Jornalísticas na Contemporaneidade na Faculdade Cásper Líbero (FCL), teve passagens, ainda, por RICTV Record Londrina e Folha de Londrina.

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