BX Blue traz Luciano Freitas, ex-Uber, como novo CMO e planeja rodada

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Por Fernando Barbosa*, com Danylo Martins

Durante a pandemia, não faltaram oportunidades para o surgimento de novas fintechs no mercado. Elas despontaram aos montes: em meios de pagamento, criptomoedas, investimentos, crowdfunding, finanças pessoais, e, claro, também para ampliar a oferta de crédito.

O terreno fértil para atender as necessidades dos consumidores foi principalmente propício para quem já estava estabelecido há algum tempo. É o caso da BX Blue, plataforma de crédito consignado fundada por Gustavo Gorenstein, Fabrício Buzeto e Roberto Mascarenhas, em 2017.

A empresa funciona como um marketplace, fazendo a ponte entre clientes que estão em busca de recursos e instituições financeiras parceiras dispostas a suprir tal demanda. No caso, os clientes são do setor público, como servidores, aposentados e pensionistas do INSS.

Atualmente, são 12 instituições financeiras parceiras: Banco do Brasil (BB), Santander, Cetelem, Daycoval, Banrisul, Banco Pan, Bradesco, Bmg, Financeira BRB, Agibank, Financeira AL5 Bank e Banco Safra.

“Eu não peço aos bancos que abram mão da margem. A gente está entregando tecnologia e reduzindo processos, e deixando a operação mais barata. A proposta é pegar esse ‘saving’ e repassar para a ponta”, afirma o CEO Gustavo Gorenstein, ao Finsiders.

Assim, os empréstimos chegam a ter taxas até 30% mais baratas que as praticadas pelo mercado. Hoje, a taxa cobrada nas transações é de 1,29% ao mês – em março, foi de 1,30%.

A startup não abre o número de clientes e o crescimento no último ano. Mas, com R$ 1,5 bilhão originado até aqui e clientes em 3,5 mil municípios (até brasileiros que estão no exterior), o objetivo é crescer 15% em 2022. Para alcançar tal resultado, os empreendedores vêm desenhando novas avenidas de crescimento.

Para fortalecer as estratégias de marketing, a fintech acaba de contratar como novo CMO Luciano Freitas, ex-Uber e Airbnb, e que também cofundou o app de compras Facily. À frente do marketing, ele terá como desafio tornar a presença da companhia ainda mais sólida em consignados.

“Quando a gente cria uma startup, são 1.500 problemas para resolver com duas ou três pessoas. No momento em que a gente já eliminou parte dos problemas e nos tornamos um sucesso, precisamos de uma nova roupagem, com uma equipe mais robusta”, afirma Luciano, ao Finsiders.

Em março, a BX Blue anunciou a opção para que clientes que buscam fazer a portabilidade de empréstimos entre diferentes instituições visando taxas mais acessíveis. Também trabalha com os bancos a antecipação do saque-aniversário do FGTS. Por enquanto, não está no roadmap o crédito consignado privado — modalidade onde está a maior parte das fintechs que atuam com empréstimo consignado.

Com uma equipe de 90 pessoas, a BX Blue deve contratar entre 10 a 15 pessoas nos próximos meses para reforçar os times de tecnologia, atendimento e marketing, o que inclui uma nova rodada de investimento nos próximos 12 meses. “Estamos sempre em ‘fundraising mode’ para continuar ajudando mais pessoas”, diz Gustavo.

Roberto Mascarenhas, Fabrício Buzeto e Gustavo Gorenstein, cofundadores da BX Blue (Foto: Divulgação)
Roberto Mascarenhas, Fabrício Buzeto e Gustavo Gorenstein, cofundadores da BX Blue (Foto: Divulgação)

Até aqui, a fintech recebeu R$ 800 mil de investidores-anjo e um seed de US$ 2,2 milhões após participar de um programa de aceleração da Y Combinator, nos Estados Unidos. No início de 2021, captou R$ 38 milhões em uma rodada Série A liderada pela Igah Ventures, com participações de fundos como Iporanga Ventures, FJ Labs e FundersClub.

E se a falta de agências físicas pode ser uma barreira para alguns players do mercado, para a BX Blue a operação digital tem ajudado a ampliar sua oferta de crédito em um segmento que cresce entre 10% a 12% ao ano e movimenta R$ 500 bilhões, quase o dobro dos R$ 300 bilhões no início da operação, segundo o CEO da fintech.

“A gente tinha essa pergunta em 2017: o nosso público vai usar a ferramenta? Rapidamente a gente descobriu que esse pessoal está online. O início da pandemia trouxe mais as pessoas para esse mundo. Eles começaram a usar os apps dos bancos e a gente está aqui para atender os adultos mais velhos e eles estão chegando”, diz Gustavo.

Mercado

De acordo com a plataforma de inovação Distrito, as fintechs de crédito registraram crescimento de 15% no último ano. Embora esses players tenham registrado recuo de 9,3% no volume de investimentos, para US$ 313,2 milhões, são 190 startups de crédito no país, que representam 14,3% das fintechs.

Em consignado, principalmente na modalidade com foco em funcionários de empresas privadas, a lista inclui nomes como Creditas, Paketá, Facio, Capital Consig, Grupo H, entre outras.

No consignado público, além da BX Blue, quem também avança no segmento é a MeuTudo, que receberá até R$ 2,1 bilhões da Goldman Sachs, em acordo anunciado em junho do ano passado.

O interesse das fintechs pelo consignado não à toa. Trata-se de um mercado com R$ 515,1 bilhões em saldo, conforme dados de janeiro divulgados pelo Banco Central (BC).

Juntos, servidores públicos (R$ 293,5 bilhões) e beneficiários do INSS (R$ 192,1 bilhões) respondem por mais de 94% do volume total — o restante está na modalidade de consignado privado, que tem crescido bastante nos últimos anos.

*Fernando Barbosa é jornalista formado pela Universidade Anhembi Morumbi. Passou por jornais como Diário de São Paulo e DCI e pelas revistas Dinheiro Rural e Globo Rural. Também já contribuiu com os sites NeoFeed e PEGN. Atualmente, escreve para UOL e Finsiders. É apaixonado por futebol e corintiano fanático (assim como o editor-chefe do Finsiders, Danylo Martins).

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