Buffett investe US$ 500 milhões, e Nubank já vale metade do Itaú

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Sabe a história de que as startups, em especial as fintechs, só atraíam VCs? Pois é, essa velha lenda parece estar com os dias contados. Nesta terça-feira, a Berkshire Hathaway, gestora de Warren Buffett, fez um aporte de US$ 500 milhões no Nubank. Além disso, o banco digital recebeu um cheque de US$ 250 milhões liderado pela americana Sands Capital com participação de outros investidores, incluindo as brasileiras Verde Asset (de Luis Stuhlberger) e Absoluto Partners.

A notícia foi antecipada pelo Pipeline, site de negócios do Valor Econômico. Com a captação, o valuation do Nubank passa a ser de US$ 30 bilhões (cerca de R$ 152 bilhões, no câmbio de hoje). Para se ter uma ideia, o Itaú Unibanco — maior banco privado do pais — vale cerca de R$ 302 bilhões; Bradesco (R$ 277,6 bi); XP (R$ 117,2 bi). Ou seja, o banco digital fundado por David Vélez, Cristina Junqueira e Edward Wible já vale metade do Itaú, tem valuation 1,3x superior ao da XP. E três vezes mais que o Inter, um dos principais competidores na seara digital — que vale R$ 49,7 bi.

O investimento de US$ 750 milhões, anunciado hoje pelo banco digital, é uma extensão da rodada Série G, divulgada em janeiro pelo Nubank. Com o capital adicionado agora, a rodada totaliza US$ 1,15 bilhão, a maior da história na América Latina e mais da metade do que o banco digital levantou em oito anos de existência, que é de US$ 2 bilhões.

Com o aporte, Berkshire se junta a um captable, que tem nomes como: Sequoia, DST, Tencent, Tiger, Kaszek, Founders Fund, Dragoneer, TCV, Redpoint, Ribbit, GIC, Whale Rock, Invesco, QED, Base10 Partners, entre outros investidores de peso.

No mês passado, o Nubank reforçou seu conselho, com novos integrantes, entre eles, Jacqueline Reses, presidente do Conselho Consultivo Econômico do Fed, banco central dos Estados Unidos; Luís Alberto Moreno, ex-presidente do BID; e Daniel Goldberg, ex-presidente do Morgan Stanley no Brasil.

O banco digital também vem fazendo movimentações na alta liderança. A mais recente foi anunciada na semana passada. A fintech trouxe Arturo Nuñez (ex-Nike, NBA e Apple) para ser o novo CMO, com a missão de assumir as ações globais da marca no Brasil, México e  Colômbia. Em abril, o Nubank também fechou a contratação do americano Matt Swann (ex-Amazon e ex-Booking) como novo CTO. Ele assumiu o lugar de Edward Wible, um dos fundadores do banco digital, que passou a ocupar a diretoria de plataformas tecnológicas.

Rebundling

 

O Nubank avança em sua estratégia de rebundling. No ano passado, lançou seu primeiro produto de seguros — um seguro de vida, em parceria com a Chubb. Na semana passada, anunciou os primeiros passos da integração com a Easynvest, corretora comprada em setembro de 2020. Recentemente, a fintech também começou recentemente a testar três alternativas de fundos multimercados no app.

Com a incorporação da Easynvest – que possui R$ 26 bilhões de ativos sob custódia – à sua área de investimentos, o Nubank incrementa ainda mais a sua oferta de serviços financeiros e passa a atender também perfis de clientes com maior experiência em investimentos. O banco digital passa agora a ter sob o mesmo guarda-chuva desde produtos básicos – como conta digital e cartão de débito e crédito –, até ações e opções mais sofisticadas de renda variável para investimentos. 

Há alguns dias, o Nubank também divulgou sua nova logomarca em todos os pontos de contato com seus mais de 38 milhões de clientes. A nova versão do logo, mais marcante, com formas mais suaves e em um tom levemente diferente de roxo, reflete o novo momento da empresa, que se consolidou como maior banco digital do mundo e cresce de maneira acelerada no Brasil, no México e na Colômbia.

Resultados

Com 40 milhões de clientes (no final de 2019, eram 19,7 milhões; fim de 2020, 33 milhões), o Nubank ainda opera no prejuízo. Em 2020, último dado disponível, teve perdas de R$ 230 milhões, contra R$ 312 milhões no ano anterior. A redução das perdas já tinha sido observada no balanço do primeiro semestre, quando a fintech viu o prejuízo líquido cair 32%, para R$ 95 milhões.

Como a empresa tem reiterado há algum tempo, operar com prejuízo faz parte da estratégia de crescimento do negócio. Já as receitas atingiram R$ 5 bilhões em 2020, um incremento de 79% em relação ao ano anterior. O volume de depósitos dos clientes cresceu 2,6 vezes, para R$ 29,6 bilhões, o maior patamar já alcançado pela fintech.

 

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Danylo Martins é jornalista com dez anos de cobertura de finanças, empreendedorismo e inovação no setor financeiro. Com MBA em mercado de capitais, é vencedor de quatro prêmios de jornalismo econômico e colabora com o jornal Valor Econômico há oito anos. Teve passagens por Folha de S.Paulo e revista Você S/A.

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