Guiabolso acelera vertical B2B para ajudar mercado com Open Banking e já tem forte pipeline

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Quando o assunto é Open Banking, o Guiabolso sabe do que fala. Há oito anos, a fintech foi precursora do compartilhamento de dados, ao desenvolver um conjunto de tecnologias, ferramentas e expertise para o recebimento e tratamento de dados dos clientes. A plataforma evoluiu de um aplicativo de gestão financeira para uma oferta completa, com marketplace de produtos e serviços financeiros por meio de parcerias e, mais recentemente, iniciação de pagamentos.

Depois de gerar valor a partir de dados financeiros, com mais de 6 milhões de contas conectadas e R$ 850 milhões gerados por sua plataforma, o Guiabolso agora coloca o pé no acelerador de sua recém-lançada vertical B2B.

O objetivo é aproveitar toda a plataforma construída desde 2013 para ofertar uma solução completa a clientes empresariais, com toda a infraestrutura necessária para recepção, armazenamento, leitura e transmissão de dados financeiros dos usuários, sempre respeitando os protocolos de segurança do Banco Central (BC) e com plena adequação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

“Nossa missão sempre foi ajudar o brasileiro a melhorar as finanças e transformar o sistema financeiro. Ajudando instituições, consigo acelerar a transformação do setor”, explica Thiago Alvarez, CEO do Guiabolso e conselheiro do Open Banking no Banco Central.

“Tanto um banco quanto uma instituição não financeira vão poder oferecer serviços de gestão financeira, iniciação de pagamento, segmentações e modelos personalizados através da nossa solução com dados do Open Banking. Acabamos virando um gateway de Open Banking para o mercado (instituições financeiras e não financeiras)”.

Ao invés de construir do zero as tecnologias, empresas que adotarem o Guiabolso Open Banking podem economizar tempo, pessoal e investimentos. Isso porque a vertical B2B do Guiabolso oferece a mais completa solução de ponta a ponta para Open Banking no Brasil, com serviços que vão do analytics, com insights para os clientes, até o desenvolvimento de variáveis e modelagens, passando por CRM e gerenciamento de campanhas, recepção e transmissão de dados, além de um marketplace completo de produtos financeiros, com ofertas das principais empresas do mercado. Tudo num ambiente de nuvem e modular, com todo o suporte de um time de engenharia e ciência de dados.

“No final das contas, a gente acelera muito o Open Banking para as empresas. Significa menos investimentos, mais rapidez e mais assertividade”, diz Alvarez. O pipeline do Guiabolso B2B está aquecido, com novos contratos sendo fechados todo mês com bancos de médio e grande porte, assim como empresas de outros setores.

Para Alvarez, o Open Banking reduz duas assimetrias importantes: de informação e de conveniência. Ao migrar de uma instituição A para uma instituição B, normalmente essa segunda costuma ter poucas informações sobre o novo cliente. Com o Open Banking, isso será resolvido. Na prática, criará uma competição maior entre as empresas, e quem se beneficiará é o usuário final.

No caso da assimetria de conveniência, o Open Banking vai aumentar a transparência, tanto para o cliente quanto para as próprias instituições financeiras. “O que imaginamos é uma competição feroz entre instituições via entrega de valor maior para cliente, seja com produtos financeiros mais baratos, mais convenientes, seja na gestão financeira. Agora é o melhor timing para as empresas não perderem a janela de oportunidade e conseguir se posicionar e não ficarem para trás com essa mudança que é inevitável.”

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